Com a internação, a Câmara dos Deputados confirmou que o ministro não comparecerá ao plenário da Casa hoje. A expectativa é de que boletim médico seja divulgado ainda esta quarta Atualizado às 15h39
O ex-governador e ministro da Educação Cid Gomes (Pros) teria sido internado na noite de ontem no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A informação foi divulgada pelo blog da jornalista Sonia Racy, no portal Estadão e confirmada pela assessoria do MEC.
Com a internação, a Câmara dos Deputados confirmou que Cid não comparecerá ao plenário da Casa hoje. Segundo informações divulgadas pelo deputado Danilo Forte (PMDB), o presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB) já teria marcado para a próxima terça-feira, 17, a nova tentativa de ouvir Cid. Entretanto, a assessoria técnica da Casa afirma que ainda não recebeu informações sobreuma nova data.
Ainda não se sabe ao certo o que acometeu o ex-governador. Segundo o blog do jornalista Gerson Camarotti, hospedado no portal G1, que falou com os médicos que assistem Cid, destaca a brusca mudança de clima como uma possibilidade. No último fim de semana, o sobralense participou de seminário sobre educação na Universidade de Yale, nos EUA, sob temperatura de 12º negativos. A expectativa é de que boletim médico seja divulgado ainda hoje. O ministério também deve divulgar nota oficial sobre o ocorrido.
ACHACADORES

O ministro foi convocado a comparecer hoje à Casa para prestar esclarecimentos sobre declaração, atribuída a ele, de que lá haveria “uns 400, 300 achacadores”. A fala teria ocorrido em um encontro com dirigentes das universidades federais do Pará ocorrido no dia 27/fev.

Um dia após a divulgação do ocorrido pelo blog do jornalista Josias de Souza, hospeado no portal Uol, a Câmara convocou o ministro. O autor do requerimento, Mendonça Filho (DEM), afirmou que Cid “tem de dizer ao Brasil quem achacou, de que forma isso aconteceu e em que circunstâncias”. O presidente Eduardo Cunha chamou o ex-governador de “mal-educado. A declaração ainda lhe rendeu uma interpelação judicial do deputado Raul Jungmann (PPS), aprovada pelo STF.

Redação O POVO OnlineMEC e Inep divulgam nota do Enem de 2014