Com as mudanças partidárias de deputados estaduais ocorridas desde o mês de fevereiro deste ano, o número de partidos com representação na Assembleia Legislativa caiu de 23 para 20 legendas. A maior bancada passa a ser a do Partido Democrático Trabalhista (PDT), com nove parlamentares, seguido pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), com seis parlamentares, e o Partido da Mulher Brasileira (PMB), com cinco deputados.
As mudanças ocorrem após a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 91/2016 , pelo Congresso Nacional, no dia 18 de fevereiro, que deu um prazo de 30 dias para que os detentores de mandato eletivo possam trocar de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária. Antes disso, entretanto, a criação do Partido da Mulher Brasileira também motivou mudanças na composição das bancadas.

Os deputados Antônio Granja, José Sarto, Ivo Gomes, Manoel Duca, Robério Monteiro, Sérgio Aguiar e Zezinho Albuquerque confirmaram a saída do Pros e já assinaram ficha de filiação ao PDT. Somados aos deputados Ferreira Aragão e Evandro Leitão, a legenda totaliza nove parlamentares na Casa .

No início de fevereiro, os deputados Bethrose, Júlio César Filho, Laís Nunes, Naumi Amorim e Odilon Aguiar comunicaram a adesão ao PMB. Outra mudança anunciada foi do deputado Joaquim Noronha, que deixa o PP para integrar o PRP. Já o deputado Roberto Mesquita se desfiliou do PV para ingressar no PSD.

Os demais partidos com representação no Poder Legislativo são: PSD (4 deputados), PT (3), SD (3), PCdoB (2), PR (2), PP (1), DEM (1), PEN (1), PHS (1), PPS (1), PRB (1), PSB (1), PSC (1), PSDB (1), PSDC (1), Psol (1) e PRP (1). Pros, PSL, PV e PTN deixam de ter representantes na Assembleia Legislativa.

Esse quadro ainda pode mudar, uma vez que o prazo da janela partidária termina somente no dia 18 de março.

GS/CG